José Resende e a psicanálise: a escultura revisitada entre o estável e o instável

  • Cesar Barros

Resumo

Este artigo propõe uma leitura da escultura contemporânea, centrada
no trabalho do artista plástico brasileiro José Resende. O ponto de partida é o
livro do crítico inglês Peter Fuller, “Arte e Psicanálise” (1980), no qual
tematiza a questão da permanência dos objetos de arte. Como é possível
continuarmos a admirar obras que distam séculos da nossa realidade? Tal
pergunta se refaz no encontro com trabalhos artísticos, mesmo que sejam
contemporâneos. Consideramos que a proposta de Fuller se aproxima da
perspectiva metodológica apresentada pela Teoria dos Campos que nos permite
entender como determinada obra pede para ser lida, criando uma abertura para
a contribuição da Psicanálise. Essa discussão tem como referência os trabalhos
de Resende que questionam os parâmetros usuais que temos para a sua leitura.

Publicado
2017-09-24
Como Citar
BARROS, Cesar. José Resende e a psicanálise: a escultura revisitada entre o estável e o instável. Revista de Psicologia da Unesp, [S.l.], v. 12, n. 2, p. 42 - 49, set. 2017. ISSN 1984-9044. Disponível em: <http://seer.assis.unesp.br/index.php/psicologia/article/view/597>. Acesso em: 24 abr. 2019.
Seção
Artigos