As vivências de morar só em interface com a pósmodernidade: perspectivas de jovens universitários

Laura Meira Bonfim Mantellatto

Resumo


A presente pesquisa teve como objetivo problematizar as hipóteses,
principalmente, de Lasch (1983) e Sennett (1988), sobre relações interpessoais
no contemporâneo, tendo como plano de fundo o processo de individualização,
do qual elegemos como referência o crescente número de pessoas morando
sozinhas no Brasil (IBGE, 2011). Os dados bibliográficos foram confrontados
com o conteúdo de entrevistas semidirigidas com 5 estudantes de graduação
que residem sozinhos(as). A despeito de ser um estilo de vida engendrado pelas
demandas do sistema econômico vigente, constatamos que tal experiência é
ressignificada pelos sujeitos, os quais atribuem sentidos de liberdade e
desenvolvimento a tal vivência. Além disso, a solidão representa uma
sensibilidade à ausência dos demais e abertura de possibilidades para o
encontro com o outro.

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Revista de Psicologia da UNESP. ISSN:1984-9044
Periódico do Programa de Pós-Graduação e do Curso de Psicologia da FCL de Assis.
Universidade Estadual Paulista