MEMÓRIA E SUBJETIVIDADE EM O OLHO DE VIDRO DE MEU AVÔ, DE BARTOLOMEU CAMPOS DE QUEIRÓS, E AOS 7 E AOS 40, DE JOÃO ANZANELLO CARRASCOZA

  • Diana Navas
  • Eliane Aparecida Galvão Ribeiro Ferreira

Resumo

O presente estudo objetiva investigar como se configura a construção identitária dos protagonistas das obras O olho de vidro de meu avô, de Bartolomeu Campos de Queirós (2004), e Aos 7 e aos 40, de João Anzanello Carrascoza (2013), por meio de seus relatos memorialísticos. Na análise destas obras, busca-se, a partir das contribuições da Estética da Recepção (ISER, 1999 e 1996), refletir sobre como ambas projetam seu leitor implícito. Justifica-se a eleição desses livros, pois se situam em um gênero marcado pela crítica social, prosa poética e reflexão sobre o fazer ficcional. Por isto, constrói-se, neste texto, a hipótese de que possuem potencialidades para despertar o senso crítico do jovem leitor, ampliar seus horizontes de expectativa e desautomatizar seus conceitos prévios acerca do uso da linguagem.

Publicado
2018-06-12
Como Citar
NAVAS, Diana; RIBEIRO FERREIRA, Eliane Aparecida Galvão. MEMÓRIA E SUBJETIVIDADE EM O OLHO DE VIDRO DE MEU AVÔ, DE BARTOLOMEU CAMPOS DE QUEIRÓS, E AOS 7 E AOS 40, DE JOÃO ANZANELLO CARRASCOZA. Miscelânea: Revista de Literatura e Vida Social, [S.l.], v. 22, p. 261-278, jun. 2018. ISSN 1984-2899. Disponível em: <http://seer.assis.unesp.br/index.php/miscelanea/article/view/1098>. Acesso em: 17 jun. 2018.
Seção
ARTIGOS ORIGINAIS/ORIGINAL ARTICLES