IMAGEM DA MEMÓRIA EM FLORES INCULTAS, DE LUÍZA AMÉLIA DE QUEIROZ

Autores/as

  • Francisco Brunno Carvalho Reis Universidade Estadual do Piauí image/svg+xml
  • Margareth Torres de Alencar Costa Universidade Estadual do Piauí image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.5016/svtc5m40

Palabras clave:

Memória. Flores incultas. Passado. Imagem-lembrança.

Resumen

Este artigo objetiva analisar o processo memorialístico na obra Flores incultas (2015), de Luíza Amélia de Queiroz, sob o viés da imagem-lembrança. Desta forma, a memória pode ser utilizada no presente, por meio das impressões do sujeito que se pronuncia. Em Flores incultas, há coexistência entre passado e presente, cujas sensações e sentimentos são evidenciados pelo sujeito lírico. O artigo tem como referências basilares os pensamentos de Bergson (1999), Deleuze (2006), dentre outros pesquisadores. A voz poética de Flores incultas se refere às cenas pretéritas particulares e coletivas, cujas imagens memorialísticas emergem revestidas de saudade, dor e melancolia. Constata-se que, ao se direcionar ao passado, o sujeito poético faz uso de imagem-lembrança que corresponde aos principais momentos de sua trajetória de vida.

Publicado

2026-08-21

Número

Sección

ARTIGOS ORIGINAIS/ORIGINAL ARTICLES

Cómo citar

IMAGEM DA MEMÓRIA EM FLORES INCULTAS, DE LUÍZA AMÉLIA DE QUEIROZ. (2026). Miscelânea: Revista de Literatura e Vida Social, 38, 171-192. https://doi.org/10.5016/svtc5m40

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