ENTRE PÓS-MODERNO E PÓS-COLONIAL

MEMÓRIA E PERDA NO ROMANCE PORTUGUÊS DA GUERRA COLONIAL

  • Luca Fazzini

Resumo

Considerando algumas das reflexões acerca do pós-moderno e do pós-colonial, expressas em particular por Boaventura de Sousa Santos, Fredric Jameson e Remo Ceserani, com o artigo “Entre pós-moderno e pós-colonial: memória e perda no romance português da Guerra Colonial ” proponho uma leitura comparada dos romances portugueses Os cus de Judas (1979), de António Lobo Antunes, e Jornada de África (1989), de Manuel Alegre. Ambos os romances, solicitando uma ampla reflexão acerca da experiência traumática da Guerra Colonial e da repressão fascista, manifestam o enfraquecimento dos sujeitos fortes da modernidade ocidental  ̶ como a Nação e o Estado – e a necessidade pós-colonial de repensar a identidade portuguesa e a memória coletiva, numa perspetiva pós-colonial, perante o desmorono do império ultramarino.

Publicado
2018-06-12
Como Citar
FAZZINI, Luca. ENTRE PÓS-MODERNO E PÓS-COLONIAL. Miscelânea: Revista de Literatura e Vida Social, [S.l.], v. 22, p. 131-146, jun. 2018. ISSN 1984-2899. Disponível em: <http://seer.assis.unesp.br/index.php/miscelanea/article/view/1091>. Acesso em: 16 out. 2018.
Seção
ARTIGOS ORIGINAIS/ORIGINAL ARTICLES